Em um dia em que estava doente e queria voltar para casa, o narrador aguardou por um carro de aplicativo nas imediações da Avenida Paralela. O trânsito da manhã atrasou a chegada do veículo, descrito como antigo e com a pintura descascada.
O motorista iniciou a conversa cobrando o passageiro por não ter visto suas mensagens. Enquanto dirigia, comentou sobre motoqueiros, a própria família, o irmão com quem mantinha uma relação de concorrência e os amigos que considerava pouco confiáveis.
A conversa também passou por problemas sociais e por um grupo de pessoas em situação de rua. O motorista afirmou que já havia passado por colônias penais da Bahia, após se envolver em uma situação que, segundo seu relato, foi provocada por falsos companheiros.
O passageiro, debilitado, preferiu concordar e evitar temas como religião e política. Ainda assim, sentiu que os relatos criaram uma espécie de sintonia entre os dois durante o trajeto.
Ao chegar ao destino, o narrador deu uma gorjeta pelo aplicativo e se despediu desejando que Deus acompanhasse o motorista. Exausto, seguiu para casa refletindo sobre o encontro inesperado.
Fonte: A Tarde, publicado em 11/10/2026, 17:09 por Franklin Carvalho*. Texto produzido com auxílio de IA a partir da fonte indicada.
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