O artigo de Fernando Duarte avalia os possíveis efeitos eleitorais da adesão de ACM Neto, do União, à campanha de Flávio Bolsonaro, do PL, à Presidência da República. Segundo a análise, o candidato teve uma ligeira melhora no desempenho na Bahia em relação à votação de Jair Bolsonaro quatro anos antes.
Mesmo sem um palanque formal de segundo turno, Flávio Bolsonaro deverá reunir opositores ao PT baiano em um evento na capital. O texto também menciona a possibilidade de participação de nomes que obtiveram votos para deputado federal e estadual em atos sem a presença do candidato.
A análise pondera que o apoio de ACM Neto não incorpora votos automaticamente, mas pode contribuir para ampliar a votação de Flávio na segunda etapa. O artigo afirma que o candidato terminou a primeira fase à frente de Luiz Inácio Lula da Silva na Bahia.
Do lado petista, o desafio apontado é evitar perdas provocadas por abstenções e ampliar a vantagem obtida no primeiro turno. O senador eleito Rui Costa teria prometido uma frente de 5 milhões de votos para Lula; o texto registra que o presidente alcançou esse número, mas abriu diferença de cerca de 3,2 milhões sobre Flávio.
O artigo também destaca que o grupo lulista venceu na Bahia pela sexta vez consecutiva no primeiro turno e elegeu os dois senadores, além de uma ampla bancada parlamentar. Para coordenar atividades da campanha, Lula designou Rui Costa, Jaques Wagner e Jerônimo Rodrigues.
Na avaliação apresentada, o resultado na Bahia pode afetar a margem nacional dos dois candidatos. O texto conclui que tanto a oposição quanto o grupo ligado a Lula reconhecem a importância do estado na disputa presidencial.
Fonte: Bahia Notícias, publicado em 13/10/2026, 07:30 por Fernando Duarte. Texto produzido com auxílio de IA a partir da fonte indicada.
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